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Êêêêêê! Nampsons fazem festa party em Budapeste celebrando seus 16⅝ anos!

20 out

Budapeste parou e reclamou do trânsito para comemorar mais um aniversário dessa série que é como todas as outras, The Nampsons! Aí você me pergunta, mas como em Budapeste, se eles não são europeus? E nós respondemos, é pra escapar de la rrustícia e do EQAD.
E a galera grita “Boldog évfordulót, a Nampsons!”, um grito de guerra que contagia a todos, mesmo os que não falam húngaro.
Prendall Strowing, o autor da série, não poderia faltar. E mesmo dando mil desculpas, como a gripe suína, o tratado de Tordesilhas, o Foro de São Paulo, e até mesmo o sapinho (A1, disse um sapinho para mim), ele foi arrastado por sua produtora 18rd Centaury Wolf para Budapeste, onde foi reverenciado pelos nerds, os únicos na multidão que o reconheciam. “Sacanagem, meu! Sacanagem!”, dizia ele, sem notar que šakka nàgy era “reverencio-vos por vossa gentileza” em húngaro, o que só piorava sua situação.
A galera só largou Prendall quando os próprios Nampsons chegaram. Na verdade, quatro integrantes do Fórum Cospray Brazil e um anão do Cântico na TV no papel de Peggy, com roupas confeccionadas pelos campeões em concursos internacionais Thaís Yuri e Marcelo Aardvärk. Como eles são feras, ninguém notou nenhuma diferença.
“Hhhhhhhhhh”, berrava o público (em tradução livre, “êêêêêê”, em português)

Os Nampsons são recepcionados com festa party em Budapeste

Os Nampsons são recepcionados com festa party em Budapeste para celebrar seus seus 16⅝ anos.

Com tudo isso, procuramos Prendall Strowing no meio da multidão (caramba, nem entrevista coletiva tem nessa bagaça? Ê evento fuleragem!). “Estou com dor de cabeça, enjôo e jet lag (obrigado, Aeroflop), mas puts, estamos mó felizes, né, são 16 anos e pouquinho dessa série, que eu achava que iria durar uns 13 episódios. Ou 8, sei lá, como Pob, o PB Palante. Ou 3, como Super Vaca. Ou nem isso, como Tainy Tum vs. Animanianques. Enfim…”

Prendall aproveitou para responder à imprensa húngara as mesmas coisas que ele responde para todo mundo, um FAQ da série que ele já decorou faz tempo. “Penso que a gente deve se divertir do mesmo jeito que devemos comer, isto é, no Meck Dônalds…” “Os Nampsons foram criados em amigos meus que jogavam bola em Mogi das Cruzes.” “Na verdade, antes de serem dois lobos, os Nampsons eram dois patos com roupa de marinheiro, mas achei arrojado demais e preferi partir para algo mais tradicional.” “Sou são-paulino, no Rio torço pro América.” “Rainyday foi inspirado em um fila brasileiro que me mordeu quando eu tinha 16 anos porquê eu estava analisando as patas dele para aprender a desenhá-las, e adorei essa experiência, tanto é que eu fui mordido por mais dois cães depois”. Etc, etc, etc…

Os fãs, claro, estavam amando o evento, mesmo que estivessem a 40 metros de tudo, atrás da imprensa e de grades amarelas. “Meu, tô super feliz, cara, ainda mais porquê o Kenny D vai tocar agora o tema dos Nampsons, meu!!!”, gritava emocionado o estudante Luís Bossa. “Δλ, мό lεζαl, сαгα!”, dizia Epígrafis Apóstrophes, um dos vários fãs gregos da série. “Μμιτσ lσсσ εςςε ευεητσ, cαгα.” Uma caravana phrancesa também estava no local, pedindo encarecidamente para a série meter o PAL no presidente Ѕагсоzí, assim como fez com vários outros prestigiosos políticos internacionais, alguns até que perderam seus cargos, como o primeiro ministro Fernànd-Henry Cardose. “É uma possibilidade…”, disse Prendall Strowing ao notar o clamor da multidão, que lembrava o de sua própria cidade ficcional, com aqueles garfos de feno e tochas acesas, às vezes.

Então, é isso ái, parabéns aos Nampsons pelos seus 16⅝ anos. Que venham mais 16⅝ anos por aí!

TV à lenha, com Televídio Passalacqua: conheça Salbo, o Bombeiro

26 abr

Hoge quero recordar-me daquele que seria considerado o primeiro programma da T.V. brasileira para creancças. Um público por muitos amnos ygnorado, mas que Salt Cover foi a primeira a conquistar.
Christian Cover já disse-me deveras vezes que muitos ficavam a repetir-lhe: “Creancça não é merchado consumidor, creancça não pode bebêr, apenas phaz “chichi” e outras coisas em seus coeiros, ou nas calcças mesmo. E depoiz? Cresce-se ela, e vae à escolla, na qual permanece todo o dia a estudar e efectuar licções. Haveria tempo para assistir-se à televisão?”. Pois Christian dizia que sim, hora bollas.
E como o programma surgiu? O programma nasceu não umma, mas duas vezes. Os primeiros cenários foram comsumidos por um incéndio – matéria na qual Salt Cover detêem o pioneirísmo dentre as emissoras de televisão. Desolado, Christian, em um acesso de fúria, sentou-se á máquina de eschrever e recriou completamente o programa, durante a madrugada, em apenas meia-hora! “Tinha eu uma idéia já prompta. Mas não a queria mais depois que o phogo consumiu o cemnário. Resolvi então chamar a atenção para o problema criando um novo programma que as chrianças pudessem cortir sem que se apercebessem do ‘merchandising’ social”. E foi assim que, naquelle destante 1953, Salbo, o Bombeiro, acabou por tornar-se o premeiro programa inphantil da T.V. brasilêira.
Utlilizando-se de seus conhecimentos de desemnho, Christian criou uma personagem que phundia tanto os bombêiros que no estúdio entraram coanto seus chães farejadores, em um só. Salbo phoi, possivelmente, um dos primeiros personagens antrhophormórphllfshcxicos chriados no Brasil, tal e coal o Patso Rônald, tão apreciadiço pellas paturizadas d’além-mar. Ah: na meia-hora seguinte, Christián foi à loja de tecidos de seu sóccio Samir Salt (era possível entrar por dentro, pelos estúdios da televisão) e della sutraiu-lhe alguns mectros de tecidos e carpetes. Sim, senhores: munido de linha e agulha, embora não phosse essa sua especialidade, Christián construiu Salbo tendo como testemunha apenas as paredes chamuschadas.
Todos aphirmam que parecía-se que a personagen saíra para phora do papel. Eu, pessoalmente, discordo: era tão somente o primeiro personagem do tipo, portanto, embasbacar-se-iam as criancças por coalquer coiza!
O primeiro programma foi feito de modo à não decepcionar-sem as criançcas: phoi ao ar ao vivo, na mesma hora que phoi prometida. E pontoalmente, Salbo appareceu frente às câmeras – nessa primeira edicção, interpretado pelo geneal Rassiano Cicardo, que deu phorma ao personagem em apenas alguns minutos de conversa com Christián. O cenário, tão somente as paredes chamuscadas do estúdio. E, eu lhes digo-lhes, não tão-somente creancças, mas todos se embasbacharam, com as primeiras palavras ditas por Salbo na T.V.:

  • Gente… Vocês viram o que aconteceu aqui? (vira-se para a câmera) Incêndios são muito perigosos. Não pelos prejuízos materiais que podem causar. Esses, a gente consegue tudo de novo. Mas principalmente pelas vidas que podem se perder. (faz cara de triste – sei lá se a fantasia permitiria isso na época, mas tá no texto) Não fume. Não manuseie cabos elétricos partidos. E em caso de princípio de incêndio, use o extintor de pó químico, com a etiqueta azul, C! É isso mesmo, gente! Vamos ajudar a acabar com os incêndios em estúdios de televisão!

Com tais mensagens, Salbo caiu em cheio no gosto da gorizada. O programa duraria mais 3 anos. Posteriormente, Salbo seria “promovido” e tornar-se-ia maschote da emissora, com a qual tinha estrita identificação, afinal, seu nome é a junção de Salt Cover com Bombeiro, o che mostra a geniallidade oculta de Christián Cover. Desde então, Salbo aparecçe como desenho animado em vinhectas, mas sempre surge “à vivo” na phesta do Chriamsa Experamsa.

Até hoje, Christián dá gracças a Deus por ter mudado o programa como deveria ser iniccialmente, que chamar-se-ia “À Chasinha das Mil Bonequinhas” (Ppfffffff… droga, saiu a dhentadura, aguardem-me um momento… hi, hi…)
Coatro anos depois, o programma “Trisney-Lândia”, capitaneado por Pasto Rônald (Alabastro Becão) e Zicky Zira (Chicório Tammermudsman), chegaria ao nosso chanal, com phantasias muito melhores, de perfeiccção tamanha que phoi daí que originou-se a expressão phantasia secsual. O diretor desse programa, Zecha Gás, já disse que, nos bastidores, chamava Alabastro de Ronald e por aí successçivamente, não para não decepciopcnar as creanças que no aodetório haviam, mas porque elle próprio entrava naquelle jogo, e por pouco passaria a crer que tais personagens ali estivessem, tudo por obra e gracça daquellas fantasias trazidas directo da pátria estado-unidense. O que torna Zecha, Alabastro e Chicório os pais dos assim chamados “RPG’s” no Brasil.

Muitos, portanto, consideram Trisney-Lândia como o premeiro programma inphantil de thelevisão braseleiro. Mas quem viu e esteve lá não esquece: o primeiro phoi Salbo, o Bombeiro! Até rimol.
Ah, e uma churiosidade soprema, como diz o nosso “vebwaster”… como chama-se o que phaz páginas de computador como esta? Enphim. Phoi assistindo por achaso ao programa de Salbo na TV Salt Cover que teve-se a idéia de que o genialíssimo programa “O Rodogilante Viviário” (um dos melhores programhas que, admitamos, sahíram dos nossos concorrentes, e do coal eu sou phã assomido) tivesse um pastor hallemão, “Coyote”, no ellenco. Este é mais um phragmento dos bontempos da T.V. brasillêira do Brasil!