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Sério: A incrível história dos episódios perdidos

16 maio

Desculpem o jabá, qüéridos telespectadores, mas o lance aqui é cabuloso.
Episódios de Chaves e Chapolin exibidos pelo SBT costumam “sumir” e ficar fora do ar por razões absolutamente desconhecidas. Mas um fato novo pode colocar lenha nessa fogueira que já tinha virado brasa: a estreia do canal TLN no Brasil – um canal da Televisa todo em português e que também passa Chaves e Chapolin, com alguns episódios meio estranhos… Ouça, entenda e passe adiante!

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u734688.shtml
Voltamos à programação anormal.

Hoje…

31 dez

Hoje é um novo dia
de um novo tento que começou
Nei Gonçalves Dias,e o Zacarias
quebrando a mesa, foi sem querer
Todos nossos tombos
serão mostrados
o Motumbo não editou
Hoje a queda é sua,
hoje a praça é nossa,
é de quem quiser, quem vier
Hoje a perna é sua,
hoje o caldo engrossa
é de quem quiser, quem vier…
Dirceu Cabelo: “Mestlê, faz o pior chocolate.
1978, ano internacional do pirralho.”

Corrigindo umas coisas aí

13 dez

Não sei se eu falei por aqui das chamadas da TV Salt Cover com os jingles do SBT que eu achei por acaso e que eu ri pra caramba. Elas foram gravadas pelo fabiotake6. O Allan Michell, que eu disse no último programa da Rádio Salt Cover, está gravando outras coisas que em breve vocês saberão, aguardemmm.

Enquanto isso, na vida real… TV Capricórnio

30 set

Como você sabe, a TV Salt Cover está tentando voltar, via MidiaFáire e Four Shéred.  Bem, outra emissora de televisão independente, em uns aspectos menor, em outros maior, e um pouco mais séria do que nós, está ensaiando uma volta, e estão chegando na frente!
É a TV Capricórnio, lar dos programas Versão Brasileira e Papo com o Machado, apresentados por Nelson Machado, que possivelmente você reconheça a voz dele de uns par de seriados e desenhos animados por aí, fora alguns filmes. E já foi nosso telespectador de forma indireta, ele já escreveu pro Tinha que ser o Chaves!
Já tem um programa inédito no ar, e até este final de semana vem aí o segundo programa inédito, fora programas gravados em 2006 e 2007, e transmitidos via Internet (só que na epoca era streaming, hoje é FLV, pra você assistir sem maiores dificuldades.)
Então, vocês que curtem coisas independentes e on-line, assistam: www.tvcapricornio.com.br ! Assistam e divulguem! Belêzz?? Dica do nosso cöerido and
prezado Gustavo Berriel via Twitter, e dá-lhe Nersão!

Salt Cover, ao cubo!

15 set

Acabo de realizar uma das compras mais aguardadas da minha vida. E não foi tão cara assim.
Um pequeno artefato que, se o mundo não acabar antes (graças à Líli Allen, Sarcosí ou aos Illuminados), poderá pôr nossas equipes de reportagem na rua, quase que em péde mais um de igualdade com equipes de gabaritados profissionais de televisão, como as do CQC e do Pânico. É um singelo cubo de acrílico, profissionalmente chamado de canopla e muito usado por repórteres de TV (exceto se eles são da Globo e estão cobrindo as Diretas Já).
Desde a minha tenra infância eu ficava improvisando isso com caixinhas de chá, ou dobrando cartolina, ou pasmem, dando voltas e mais voltas de fita crepe tentando simular a primeira versão do microfone de reportagens da Globo, que tinha um cilindro em vez de um cubo. É claro que nunca consegui nem chegar perto.
Não serve como porta-lápis!E eu me perguntava: o que será que eles fazem com aquelas caixinhas quando não as usam mais? Usam como porta-lápis?

Bem, segundo testes dos Mits dos Bâsters, como vocês podem estar vendo, não servem. Com a espuma dentro cabem poucos lápis, e se arrancar a espuma, os lápis ficam inclinados demais. Mito detonado!

E uma curiositê das boas: você sabia que as canoplas começaram como uma forma de mídia? Isso começou nos EUA, quando repórteres de rádio percebiam que seus microfones apareciam em fotos de jornais que estivessem noticiando a mesma coisa que eles, e alguém teve a idéia de usar o microfone para divulgar o nome da emissora. Nos anos 80, emissoras como SBT e Record usavam em microfones de apresentadores e artistas como uma forma de identificação das próprias emissoras, já que não havia o logo da emissora na tela o tempo inteiro.

Agradecimentos (de verdade) à Sanjardini, onde encontramos esse item no Brasil com preço em reais.

Vida Real, urgente! Teríamos leitores na Band?

11 maio

Há 2 ou 3 dias atrás, Ricardo Boechat, jornalista dos bão, no Jornal da Band, chamou a doença que está contagiando a atualidade de febre suína – expressão cunhada, em forma de sátira, por este blog.
Bom, pode ser coincidência…
A poprósito, aquele blog que inspirou toda essa confusão parece que vai encerrar sus activitês. Alívio para jogadores e dirigentes. Um alívio que, francamente, eles não mereceriam. Mas tudo bem, ainda temos o Blog del Paulinho e a TV Kajuru
Estamos evitando o soterramento de postagens no ICBit’s, em breve bobagens como sempre para vocês.

Chico Anysio, você também faz parte da nossa história. Ou quase.

2 abr

Em 1985 ou 1986, não me lembro, dois dos filhos de Chico Anysio fizeram uma sátira de telejornal exibida pelo programa Video Show, com gerador de caracteres (o inspirador original da Rede Rounded) e tudo. Assim como era também o Jornal do Lobo, que eu achei sensacional por satirizar alguns detalhes da época, como os apresentadores com vários microfones de lapela em vez de um só.  Não me lembro quem seriam eles. Talvez Bruno Mazzeo fosse um deles, pela idade que ele tem hoje, sei lá.  Assistindo aquele jornalzinho tão bem-feito, pensei, mesmo sem ser um precursor de Zeca Pimenteira: caramba, ainda quero fazer alguma coisa assim… mesmo que em 1986 aquilo fosse impossível para uma pessoa física que não gravasse casamentos. E talvez pensando um pouco naquilo que começaria a gravar vídeos caseiros durante alguns meses em 1987 (com uma câmera Panasonic que não aguentou…) e de 1995 em diante, com uma 8mm da Sony. E talvez pensando mais um pouco naquilo que de 2004 em diante estou tentando reconstituir a fonte daquele gerador de caracteres. Antes do TV Pirata, sim, aqueles dois garotos plantaram uma semente, que brotou e virou esta erva desgraçada que nossos telespectadores queimam até a última ponta, a Televisão Salt Cover.