Desenhos e Animados

Acredite, a Salt Cover é um dos canais de TV aberta que mais exibe desenhos animados em todo o mundo, e em horários onde nem mesmo o Khartoum Netuerque faz isso! Confira os maiores sucessos, produzidos em todos os três ou quatro cantos do planeta, já exibidos na tela da Cover.

Zicky e Aisha Zicky Zira e os Figurantes Atômicos – Começa com Z, mas é a o primeiro desenho animado que vem à mente de todos os brasileiros. É considerado o melhor desenho animado da década de 80 de todos os tempos! O mega-famoso rato de quatro orelhas criado por Valter Trisney tenta viver uma vida normal em um bairro tranquilo da cidade de Boston, ao lado de Stacy, uma líder de torcida, e de Aïsha, uma simpáticíssima jornalista que rouba a cena geral. A Salt Cover exibe a série desde 1987, e desde 2001 foi para o horário atual, onde recuperou a audiência depois do Jornal da Cover, onde suas 5 temporadas são impiedosamente reprisadas. A série tem alguns dos itens de merchandáising mais bem sucedidos do mundo, Aïsha é a terceira boneca mais vendida de todos os tempos, mesmo sendo baixinha e ruiva. E Zicky fez muitos meninos usarem tiara para terem suas famosas quatro orelhas.

Pickapall – Começou como Pick-a-Paul em 1894, e tornou-se o personagem que conhecemos em 1902. Um pássaro de bico afiado, voz e humor idem. Mestre em artes marciais, Pickapall é considerado um dos inspiradores da familia Grêice, além de ter despertado a paixão pelo boxe em Máique Táisom. É uma espécie de Popái que usa mais os outros membros do corpo…  Foi exibido pela Cover entre 1978 e 2003, quando trocou de emissora. E nem liga, o desgraçado…

Sorriso de Plástico – Os produtores desta série canadense são gratos à Salt Cover, apenas no Brasil, graças a nós, que fomos com a cara do visual desses personagens, esta série chegou a fazer algum sucesso. Sheron Espíts (dublada no Brasil pela atriz e modelo London Sheraton) é uma adolescente que deveria ser a mais popular do colégio, mesmo porquê era editora-chefe do Diário Popular, mas depois que passa a usar um aparelho de som no ombro (sabe aqueles dos anos 80, época em que fizeram isso aí), sua popularidade cai à níveis de Jorge W. Bush, mesmo ela sendo linda e simpática pra dedéu. Foi exibida pela Cover entre 2002 e 2004, no phracassado programa TV Salt Covinho, sucessor do Trisney Crub.

Pob Espanja – Como o nome diz, um cantor de reggae que mora no departamento ultramarino da Chave de Fenda do Monoquíni. Pob é portador de transtorno obsessivo-compulsivo, o que o faz ser compositor de canções que são verdadeiros sucessos, e o que o faz também detestar biografias, e apesar disso procura levar uma vida [a]normal. Seu melhor amigo é o megalomaníaco Pat Starr, que se considera um astro internacional (tá, só se for no armário dele), além de uma coadjuvante que rouba a cena, a esquila Júnior.  Estreou na Salt Cover em 2002, em horário próprio, e saiu do ar em 2007 devido a pressão do público, que voltou-se totalmente contra a série depois que ela foi retirada de uns saites que tem por aí, como o Fêicebook e o Uiquipédia.  A série conseguiu fazer os Nampsons (veja mais adiante) deixarem de ser o desenho animado mais polêmico de todos os tempos, mas é com certeza, a série mais odiada da década de 10.

Lonely Tunes – Desculpem o chavão bíblico, mas quem nunca ouviu falar em Lengalenga, Catsolino, Fanhão, Tas, Cardealéguas, Hyeno, Laura Hare e vários outros, que negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-lhe.  Também conhecidos como “os desenhos da Wardner”, os Lonely Tunes começaram chocando a sociedade dos anos 30, e hoje em dia mais divertem do que qualquer outra coisa. Criados originalmente por Châck Norris e Tex Mex Avery, foram totalmente renovados nos anos 90 pelo animador Herbie Bearclay, que colocou vestuário, trilha sonora e vestimentas hipermodernas nos personagens, o que fez eles serem queridos como nunca por toda uma geração e os filhos de seus filhos. São exibidos desde o início de nossas transmissões, ainda nos meses em preto e branco, e fazem parte até hoje de nossa programação, tapando buracos em todos os horários.  Reza a lenda que este é o único programa que a Salt Cover inteira pára pra assistir! (o Zicky Zira é ótimo, mas tem muitas reprises…) Lengalenga também é conhecido por ter salvo a Brinquedos Estraga da falência.

Tim & Tom – Criado pelo cartunista francês Jean-Pierre Van Dallis, a série revolucionou o mundo. Mais do que o Zicky Zira?! Mais, acreditem. Baseado no conceito oriental do yin-yang, que são apenas duas cores ocupando praticamente o mesmo espaço, Jean-Pierre criou um gato e um rato que são totalmente nas cores azul, amarelo e branco. E assim como o símbolo, os dois são grandes amigos, que literalmente se completam. E realmente eles eram, ah eles eram um casal, ah um casal sensacional. A série é exibida em 80 países e é uma das campeãs de audiência em emissoras educativas, devido a uma característica única deste desenho: a ausência total de violência. O gato (Tim), apenas repreende o rato (Tom), apontando seus erros com candura e serenidade, olhando em seus olhos. Embora hajam ainda mais 780 personagens, a maioria das histórias gravita em torno da dupla. Nos EUA, o esquema desta série, que mostra uma imensa cidade repleta de personagens com identidades próprias, inspirou Prendull Strowing a reformular sua própria série, que veremos já já.

The Nampsons – Criada em 1987 por Prendull Strowing, mostrava as aventuras de dois cães puxadores de trenó, Rainyday e Snowball, que se divertiam em uma paisagem gélida. A série, com o passar do tempo foi sofrendo ligeiras alterações, até chegar em 1989 ao formato que conhecemos hoje: o casal Stranger e Maria e seus filhos Asil, Benny e Peggy moram no terraço de um prédio em Sally Fields e tem Rainyday como massacote, digo… sendo a partir de então, uma severa crítica à sociedade latino-americana. Ao contrário das demais emissoras ao redor do mundo, a Salt Cover exibe todos os episódios de todas as fases da série, desde 1990, em diversos dias e horários. Uma curiosidade é que a série faz diversas referências ao desenho Tim & Tom, do qual Prendull Strowing é fã assumido.

Scôbie D’oh! – A série mais clichê de todos os tempos. O pior é que disputou pau a pau com The Nampsons o título de série mais extensa já produzida (27 anos), e em 2008 a galera fez abaixo assinado para o Scobie calar a boca (eles estavam produzindo especiais de 3 minutos para tirar o recorde dos Nampsons) e se aposentar de vez, que ninguém aguentava mais tantos episódios tão parecidos e previsíveis!   O cientista Stífen Ráuquin, que assistia a série, sofria para diferenciar um episódio do outro, guiando-se pelos amassados nos videotapes.
Ah sim, quem é esse cidadão? Felizmente talvez você possa ter tido a felicidade de jamais ter assistido um dos 989 episódios reprisados à exaustão por várias emissoras – e infelizmente, uma delas foi a Salt Cover.
Scobie D’oh é um cachorro grandalhão e inútil que só fala besteira. Pois é, ele fala. E os outros não! E ninguém acha estranho!
Mas as besteiradas que ele diz não se refletem em sua alimentação: ele e seu dono, Salame, são conhecidos como “o terror do Ceagesp”. Aquele garotinho que pedia brócolis em um comercial é um fanfarrão perto deles, que arrasam beterrabas, quiabos, agriões e outras verduras e legumes sem dó nem piedade. Enfim, nada combina com nada. A partir do 19º ano da série, o criador do personagem, o sr. Ivaldo Takamãepraversekika, começou a apelar pra fazer a série ser mais querida. Como?
As patas de Scobie passaram a ficar cada vez maiores e cada vez menos arredondadas. Muitos se perguntavam se Scobie era um puma ou uma pantera. Na verdade, nem isso parecia mais. Em 1977, parecia que o personagem era desenhado com régua. Mas só ele. Os outros, aquele cara, a Márcia Golschwidt Cover, aquela mina chata pra dedéu e o… tem mais alguém? Ah, o Salame. Continuavam do mesmo jeito!! Assim não dá, Brasil!!!
As temporadas mudavam de nome, pra fazer a gente crer que eram desenhos diferentes: “Scôbie D’oh, onde estás?”, “Scôbie D’oh, cadê tu, seu lazarento fi d’uma rapariga”, “Scôbie D’oh, aparece se tu é má” e por aí vai. Mas para quem via, era tudo a mesma coisa. Ao contrário de Keys, que pelo menos as câmeras iam ficando melhores com o avanço das novas tecnologias…

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