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Às vezes, as paródias vão longe demais…

4 ago

Quando as paródias vão longe demais 1

Quando as paródias vão longe demais 2

Talvez 0,2% do público vai entender a piada, mas o prédio que foi parodiado tem o número 303, e 404, na Internet, representa algo que ‘non ecsíste’, como é o nosso caso, digo…

Curiosidade… Isso não foi difícil. Difícil é criar ambientes que não existem (como os estúdios do ProZac, que vocês conhecerão em breve), a partir do zero – ou coisas não tão retilíneas, como as mãos dos meus personagens, que eu estou apanhando até agora.

Isso só perde para uma coisa que eu quase fiz. Eu quase comprei um microfone ElectroVoice RE-50 – esse aqui, que você já viu na mão de vários repórteres de verdade.  E tem ainda um bem mais restrito, o Electro-Voice RE11 – sabe aquela música “Papai, eu quero me casar”, dos Trapalhões? Pois é. O pior é que eu já vi um RE11 de perto, e era provavelmente da mesma época, todo enferrujado…

Esse post eu ia põr no Tumblr, mas como é da Cover, vai aqui mêrrmo!

Sério: A incrível história dos episódios perdidos

16 maio

Desculpem o jabá, qüéridos telespectadores, mas o lance aqui é cabuloso.
Episódios de Chaves e Chapolin exibidos pelo SBT costumam “sumir” e ficar fora do ar por razões absolutamente desconhecidas. Mas um fato novo pode colocar lenha nessa fogueira que já tinha virado brasa: a estreia do canal TLN no Brasil – um canal da Televisa todo em português e que também passa Chaves e Chapolin, com alguns episódios meio estranhos… Ouça, entenda e passe adiante!

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u734688.shtml
Voltamos à programação anormal.

12 de dezembro, um dia para grandes encontros

12 dez

A partir do meio-dia, tem evento no restaurante tex-mex Chilango -Rua da Consolação, 2731, esquina com a Alameda Jaú, Jardins, San Pablo, SP!

Um evento que reunirá fãs de Chaves e Chapolin, com a participação de alguns dos dubladores da série. Incluindo o inédito em eventos Osmiro Campos (o professor Girafales) e o encontro das duas dubladoras da Chiquinha (Sandra Marah e Cecília Lemes). Além, claro, do Berriel, que já está no ar com seu primeiro personagem sem ter nada a ver com as séries CH: o Michael Knight de “A Nova Super Máquina”.
(PS: Chaves tem tudo a ver com a Cover, nosso vídeo mais assistido no YT é com ele, várias vezes por dia…)

Arram. E mais alguém.

Um certo homem barbudo e careca – e o que tem de careca tem de sem vergonha, segundo a Dona Florinda – estará com uma honorável filmadora prateada nas mãos. Ou se esbaldando com os produtos do Chilango.
Dizem que ele tem muito a ver com a Salt Cover. Dizem.

Dezembro na Cover *brrróimmm* é muito mais emoção!

1 dez

Pois é, Narrador da Sessão da Tarde, é que neste dia 12 de dezembro tem o evento Vamos ao Chilango com o Polegar Vermelho? Em sua terceira edição e melhor do que nunca. Presença de uma pá de dubladores, inclusive de alguns que começam a descobrir os eventos. Como o da Chiquinha do lote de 1984, do  Godines e o do Professor Girafales.
Além disso, tem episódios perdidos e Chapolin à granel! O quê, você não sabe o que são os episódios perdidos? Você vai entender isso também.
Acompanhados, craro, da comida tex-mex do Chilango, que o Restaurante da Dona Florinda precisa comer muito arruêz com ferrón pra chegar lá. E a Tienda del Fan Club pra você comprar os itens CH mais maneiros.  Clique aqui e saiba mais.

Ah, até a Salt Cover vai estar lá! E não vamos tomar café da manhã só pra arrasar com a festa!

Telefonildo, você por aqui?…

6 nov

Nas minhas antigas gravações de vídeo, nos primórdios da TV Salt Cover, inventei um personagem com influências de Maurício de Sousa, possivelmente: o repórter Telefonildo da Silva, que só falava por telefone (mesmo sem necessidade) e nunca aparecia.

Mas, a vida imita a arte – mesmo quando aquelas fitas eram só vistas pelos meus parentes em festas de final de ano.  Atualmente, no SP Record, curiosamente, há um repórter que apresenta diversas notícias, geralmente vindas do exterior ou da Internet… e ele também sempre fala por telefone! O Telefonildo da vida real é o jornalista Mário Augusto.

Pela facilidade de se criar isso, com certeza Telefonildo da Silva estará presente em nossos phuturos telejornais (Jornal Nojo, Jornal da Cover, SP VT, etc…)

Enquanto isso, na vida real… TV Capricórnio

30 set

Como você sabe, a TV Salt Cover está tentando voltar, via MidiaFáire e Four Shéred.  Bem, outra emissora de televisão independente, em uns aspectos menor, em outros maior, e um pouco mais séria do que nós, está ensaiando uma volta, e estão chegando na frente!
É a TV Capricórnio, lar dos programas Versão Brasileira e Papo com o Machado, apresentados por Nelson Machado, que possivelmente você reconheça a voz dele de uns par de seriados e desenhos animados por aí, fora alguns filmes. E já foi nosso telespectador de forma indireta, ele já escreveu pro Tinha que ser o Chaves!
Já tem um programa inédito no ar, e até este final de semana vem aí o segundo programa inédito, fora programas gravados em 2006 e 2007, e transmitidos via Internet (só que na epoca era streaming, hoje é FLV, pra você assistir sem maiores dificuldades.)
Então, vocês que curtem coisas independentes e on-line, assistam: www.tvcapricornio.com.br ! Assistam e divulguem! Belêzz?? Dica do nosso cöerido and
prezado Gustavo Berriel via Twitter, e dá-lhe Nersão!

Salt Cover, ao cubo!

15 set

Acabo de realizar uma das compras mais aguardadas da minha vida. E não foi tão cara assim.
Um pequeno artefato que, se o mundo não acabar antes (graças à Líli Allen, Sarcosí ou aos Illuminados), poderá pôr nossas equipes de reportagem na rua, quase que em péde mais um de igualdade com equipes de gabaritados profissionais de televisão, como as do CQC e do Pânico. É um singelo cubo de acrílico, profissionalmente chamado de canopla e muito usado por repórteres de TV (exceto se eles são da Globo e estão cobrindo as Diretas Já).
Desde a minha tenra infância eu ficava improvisando isso com caixinhas de chá, ou dobrando cartolina, ou pasmem, dando voltas e mais voltas de fita crepe tentando simular a primeira versão do microfone de reportagens da Globo, que tinha um cilindro em vez de um cubo. É claro que nunca consegui nem chegar perto.
Não serve como porta-lápis!E eu me perguntava: o que será que eles fazem com aquelas caixinhas quando não as usam mais? Usam como porta-lápis?

Bem, segundo testes dos Mits dos Bâsters, como vocês podem estar vendo, não servem. Com a espuma dentro cabem poucos lápis, e se arrancar a espuma, os lápis ficam inclinados demais. Mito detonado!

E uma curiositê das boas: você sabia que as canoplas começaram como uma forma de mídia? Isso começou nos EUA, quando repórteres de rádio percebiam que seus microfones apareciam em fotos de jornais que estivessem noticiando a mesma coisa que eles, e alguém teve a idéia de usar o microfone para divulgar o nome da emissora. Nos anos 80, emissoras como SBT e Record usavam em microfones de apresentadores e artistas como uma forma de identificação das próprias emissoras, já que não havia o logo da emissora na tela o tempo inteiro.

Agradecimentos (de verdade) à Sanjardini, onde encontramos esse item no Brasil com preço em reais.

Sério: Twitter é o cara.

8 set

Um dos segredos da Salt Cover já phoi revelado: o tutorial que mostra como fazer o ‘brilho giratório dos anos 80‘ em um famoso programa de efeitos visuais já está no ar.  Não, não é nenhum produto pra passar no cabelo, é um efeito visual aplicado em logotipos, em vinhetas de televisão e cinema.
E também, segredo o caramba, a gente só conseguiu acertar a imitação do efeito neste ano, nenhum dos vídeos que você vê no YT, VL e DM era assim.
Anunciamos isso no Twitter. E adivinha.
Logo após darmos o “enter” no Twitter, fomos à página de estatísticas da WordPress. E já contávamos com… 3 page views. Encerramos o dia com 14 page views, só perde para um post que falava sobre a Record que teve 22. Enfim, sei lá, um milagre. Glorifica de pé, Brasil!
Claro que o material é interessante, mas… sei lá, imagine então quando sair o nosso filho da promessa, o nosso vídeo temporão?… “Rapaaaiz”! Desse jeito até a Rosalyn, que anda meio encalhada, abandonada, esquecida, caída pelos cantos e cantando Rehab, tem alguma chance…
Realmente, não sei até quando, mas o Twitter, em 2009, é o cara!

A Redação

Vida Real, urgente! Teríamos leitores na Band?

11 maio

Há 2 ou 3 dias atrás, Ricardo Boechat, jornalista dos bão, no Jornal da Band, chamou a doença que está contagiando a atualidade de febre suína – expressão cunhada, em forma de sátira, por este blog.
Bom, pode ser coincidência…
A poprósito, aquele blog que inspirou toda essa confusão parece que vai encerrar sus activitês. Alívio para jogadores e dirigentes. Um alívio que, francamente, eles não mereceriam. Mas tudo bem, ainda temos o Blog del Paulinho e a TV Kajuru
Estamos evitando o soterramento de postagens no ICBit’s, em breve bobagens como sempre para vocês.

Não espalhe por aí, mas…

19 abr

Desde o último dia 14 de abril, o meu computador teve o Oíndols reinstalado pela QUINTA vez – e espero que seja a última, quero logo comprar um computador zero quilômetro, não aguento mais este РС [Farias] safra 2003.

Com isso, eu pude finalmente, depois de mais de um ano de sofrimento, reinstalar um famoso pograma-lhes de efeitos visuais que, como posso dizer, tudo o que você viu da Salt Cover, mais da metade foi por causa desse programa – o restante foi por causa de um programa de arte vetorial e mais outro, de computação gráfica.
Ainda mais porque, graças a um grande site que phez parte das nossas vidas, descobri o universo das vinhetas que eram feitas sem computação gráfica digital em três dimensões – sim, a computação gráfica analógica em duas dimensões ecsiste!! E existiu durante muitos anos, em todas as emissoras de TV dos EUA, algumas da Europa e pelo menos as matrizes de todas as TVs brasileiras (tem uma vinheta da RBS TV também que eu acho que é assim).
O programa em questão consegue fazer uma boa imitação de alguns desses efeitos especiais, nas duas “escolas” que eles tiveram: a das vinhetas estilo osciloscópio (tidas como bregas), e a dos efeitos metálicos, luminosos e de refração (tidas como retrô, embora muitos estúdios de cinema ainda as utilizem). Achava que isso não era possível, mas cheguei a conclusão de que é, e sem ρļųģ-ıпѕ!

Mas devido a uma série de decisões equivocadas, em fevereiro de 2008, eu não pude mais utilizá-lo. E acabei me dedicando ao trabalho que… pode até pagar o leitinho das crianças (ou o doce de leite do pai delas, já que elas, em si, ainda não existem), mas não me satisfaz quanto a reação positiva da galera aos vídeos que eu fazia. (Aliás, paga isso mas não paga site .com, porquê eu sou autônomo e não posso ter сагтǎο ₫℮ сяёםιто internacional!)

Isso quer dizer que “os vídeos da Salt Cover estão de volta”?
Calma, cocada, não necessariamente. Em 2009 estou trabalhando quase 3 vezes mais do que em 2008, a ponto de em breve o meu salário ser aumentado. Se houverem vídeos, vai ser algo sendo feito aos poucos, e com aquele diferencial que você já sabe (não sabe? Quem mandou só ler posts de 2004 nos nossos blogs, mané?): os vídeos serão disponibilizados em ħо$реdαδοгєѕ d& arqüivºs, que não сєпѕцгαм conteúdo de produções derivativas – e muito menos coisas 100% originais, como o Zicky Zira ou tentativas de animação com a Rosalyn. Ou seja, os vídeos passam de públicos a semi-privados.
Na primeira vez que eu fiz isso muita gente me perguntou “Posso pôr o vídeo no site Y?” sendo que era justamente para NÃO fazer isso… Com os ħоѕреdαδοгєѕ, o meu sonho de ter um esquema parecido com o de antigos sites de vídeo como MuyLoco, VaiVC , PdRTV ToscoPágina do Rafinha tornou-se realidade. Muita gente afirma que o “vídeo on-line via Internet” seria apenas mais uma bolha. Esses sites apostavam era no ðσшпļοәđ de vídeos, através do gradual crescimento da banda larga. Não sei, mas nada me impede de tentar esse esquema alternativo – aliás, por esse esquema alternativo (na visão do gênio incompreendido Daniel) muito mais gente fica por dentro de OUTROS programas de TV, inclusive alguns que existem de verdade…

Claro que, circulando fora de determinados sites, vai ficar mais difícil ter inspiração. É provável que a maioria das pessoas nem entenda do que estamos a tirar ѕагѓо. Por isso a Salt Cover, quando e se voltar, será muito mais original, tendo apenas referências, mais ou menos como os Ѕιπρςσлѕ, que não são “paródicos”, como era o desenho Walter Melon (procure por aí, esse chegou a passar na Globo em 1995). Mas fontes de inspiração, como direi, ainda hão: o site Memória Globo, por exemplo. Fora o que pode ser encontrado por aí nas redes da vida. Enquanto tive acesso á elas (já usei Δцδιοģəlαҳұ – só tinha músicas – Иаρѕтεґ ,  Ќәζαа, Μоѓρнεцѕ, Ѕнагεάzа є Ļιмεωіґє, demorei uns 10 minutos pra escrever isso…) confesso que nunca procurei por “vinhetas de emissoras de TV”, mas não duvido que haja algo assim vagando por aí. Além do mais, coisas muito boas daquela época foram gravadas por mim, direto do site Y, em VHS (pino de video out, benedictus est).

Mas e os outros sites? Eu nem sei se o site V e o site D ainda estão no ar. Até desativei o recurso Snapshot nos meus blogs só por causa disso, só pra não me deparar com um 404 involuntário. SEEE eu tiver alguma alternativa, queria que fosse em um site novo, e no esquema que eu falei aí em cima, um humor mais original.

Enfim, não conte pra ninguém, mas é provável que a Salt Cover volte ao ar. Quem sabe? Vamos torcer!

(PS: Só uma pregunta. Porquê no Teletube, que os caras escrevem uma porção de bobagens, tem no mínimo 20 comentários pra cada post e aqui eu ainda não cheguei a 10?…)