Arquivo | março, 2010

Ei! Que história é essa do primeiro de abril?

24 mar

A Internet em coro, dividido em quatro vozes, pergunta educadamente, como vemos acima (parabéns, pegou ar): Afinal, cadê a tal da Salt Cover? Já já o Mappin e a Mesbla voltam, já já inauguram a Linha 19 – Cor de Burro quando Foge do metrô de São Paulo, já já Mayza (aquela, dos cabelos cacheados) vai fazer seu primeiro ensaio phostográpico e… e aí? KD a Cover? Ou “CD a Kover”, como perguntam o pessoal das gravadoras?

Pois bem. Como diria Martin Luther Quíng Features Sindicate, “People, we have a date.” Galera, temos uma data. Primeiro de abril! Não, não estamos brincando com vocês, essa é a data! Fiquem de olho aqui, neste blog, no igorcbarros.wordpress.com e sobretudamente no @igorcbarros do Twitter!

O blog da imagem é fictício, graaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaças a Deus.

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Vendetaaaaa!!! Brazil mostra sua cara e retalha comercialmente os Estádios Zunidos

9 mar

OHH YEAHHH!! A Organizaçcão Mundial do Comércio e Bebércio, phormada por donos de mercearias e empórios, deu ganho de causa ao BraSil Sil Sil por causa de uns lances envolvendo fubvídios do governo ao pessoal que planta algodão nos EAUAU cantando “Swing low, sweet charriot”, “Go down, Moses”, “When the saints go marching in” e outras cançonetas populares de lá, com uns arranjos de estilo meio duvidoso, mas enfim. E como prêmio, o Brasil retalhará produtos norte-americânicos, como tecidos, que em vez daqueles rolão boniiito com 5 metros de largura, agora só podem vir em retalhos. Os fãs de calcças jeans como Leevis, Metanol, Sauári, Osmose e outras começam a ficar preocupados em trocá-las por marcas alternativas, como Lee Young, Samsung, SVA, AOC e outras.

Na verdade, isso é só o começo. Segundo o embaixador no campo de centeio, o chumbo será grosso. Entre as propróstatas do Brazil está a retaliação no campo da propriedade intelectuálica – a única que ainda não foi invadida pelo MST.
E já para chutar no meio das pernas  e dar o apito inicial da 3ª Guerra Mundial, a propróstata do governo é a nacionalização dos estúdios Valter Trisney Pictures, que passariam a ter Maurício Ricardo de Sousa como acionista majoritário. “As histórias em quadrinhos passarão a ser em português, com legendas em inglês”, diz o ministro da Fazenda, Téo Béquer. “E Valter Trisney Uôrlde passará a ser território brasileiro, assim como as embaixadas e porta-aviões, para o qual os turistas precisarão apresentar seus Passaportes da Alegria do Pleicenter. Além disso, Zicky Zira, Patso Rônald e Alfateta serão declarados patrimônio cultural brasileiro.”
Contatado pela nossa equips, o cartunista e bregaempresário está pulando de felicidade, mesmo que isso lhe cause algumas dores depois. Veeeeja! Quer dizer, ouça (desculpem, telespectadores, o embed do 4Shared não funciona na WordPress)

Já Paula Trisney (trineta de Valter Trisney) está preocupado com o futuro da empresa. “Por causa desse tal de Avatá, já estamos vendendo o almoço pra descolar a janta, e latindo pra economizar cachorro. Agora então, vix, viraremos uma fuleragem desgraçada.”

[Sério: Já já aquela ilustração que foi capa de uma revista nos anos 90, de um pintinho – no papel de Brasil – enfrentando uma águia aparece de novo por aí.]