Cover Repórter apresenta: a febre Suína

8 maio

Muito se fala da gripe suína, mas na Internet as coisas são diferentes, e por lá, a febre do momento é Suína, que através de seu blog, vlog, flog, tweeter, midrange e woofer, entre trocentas outras porcalhadas (*óinc*) está chamando a atenção por ter conseguido fazer o que os melhores jogadores de pôquer sonham em fazer: tirar as rollpas de um monte de gente grande y famosa, além de célebre. Em um furo de reportagem, convocamos nossa equipe para tentar uma conversa com a internalta perauta. Acompanhe!
Suína, há quanto tempo você está na Enternét?
– Ah, desde que liguei o computador. É banda larga. Só um instante que acabou de chegar uma fonte TrueTáipe… xí, deu êrror.
– Ok. Quando você percebeu que você tinha esse dom, de fazer as pessoas exporem-se em suas maiores intimidades para você, mesmo sabendo que poderiam dar-se mal depois?
– Sei lá, meu. Aqui em casa a gente foi um dos primeiros a ter TV a cabo na cidade, lá por 93, 94. Aí eu vi o programa de uma tal de Ôpra, que diziam que fazia seus entrevistados se abrirem como se não houvesse ninguém mais no mundo além dela na frente. Bom, eu via os programas, revia no videocassete, aí certa vez eu apliquei as técnicas aprendidas na galera.
– E o que aconteceu, Suína?
– Bem, posso dizer que até uns 2 dias depois tinha gente usando algumas roupas um do outro.
– Quer dizer que você antecipou aquele fotógrafo, o Spencer Xaropinho Tunico, que tira fotos com multidões de pessoas nooas, que nem a Copélia do Toma Lá Total de Baixo?
– Não. No meu caso, as pessoas se mantém em movimento, e as roupas se mantém à mão.
– E quando você descobriu a Internet?
– Ix, faz tempo. Já disquei pro exterior via Embratel pra acessar a www. Aí descobri um tal de chate. Só era texto. Mas continuei aplicando minhas técnicas, mesmo assim.
– E?…
– Comprei uma caixa postal, dessas que usam naquelas promoções da TV, pra mandarem fotos pra mim pelo correio. E não é que mandaram, os danados?… Essas tão lá na seção “Que fim levou”!
– E depois que tornaram-se comuns os bat-papos via batcam, digo, webcam?
– Ah, aí, como diz a hebcam, foi uma graxinha. Áudio e vídeo em tempo surreal, lembrando a filmadora JHS do meu pai.
– E as celébretes, como você as conhecia?
– Essas aí vem de longe. Segunda, quarta e sexta eu frequentava um misto de lugares bem frequentados e mal frequentados. Aí, terça, quinta e sábado, mergulhava no universo infinito que é a Internet. Se bem que ultimamente está um clima de “ø ültimo äa saìrkjen apäggen å lùs”, mas tudo bem… E aí aconteciam essas sessões memoráveis, melhores que as do Sinemark.
– Não vou perguntar quais celébretes você tem no seu acervo, senão todas as buscas do Góòógle vão cair aqui, mas, quantas celébretes já foram “gud tinêigers” (*piada interna e velha, ainda por cima) e tiraram suas roupas?
– Quantas? Boa pergunta… Acho que umas 90, mais ou menos. É que tem um pessoal que já não é mais tão famoso assim por aí.
– Como os ex-participantes de reálitichous? Tipo, Caixa dos Artistas, No Milite, ex-bebebês?…
– Você é que está dizendo… como diz a reza de São Bartolomeu: “I didn’t did it, nobody saw me, you can’t prove anything”.
– E os jogadores de futebol?
– Bem, com a exceção do Qaqá, do Peré, do Paradona e dos ex-jogadores daqueles que só o pessoal da ISPN Barril se lembra, acho que uns 90% dos jogadores ativos da América do Sul, incluindo técnicos europeus…
– Você não teme ser multiprocessada pelo Electro Power Mixer Prattina, vulgo Bulborg Mendes?
– Temo ser multiprocessada, sim… mas como diria o engraxate, quem tudo Keds, nada tênis. Qualquer coisa eu mudo pra uma das casas dos meus parentes, que foram traficados e moram todos na Europa. Aí, ao revoar!
– Ok, conversamos com Suína, a mais nova febre da Internete. E que Deus queira que não seja a última! Até mais ver, Suína.
– Qualquer coisa, mando o meu currículo pra Bispord! Eles contratam todo mundo, mesmo… Só uma coisa, qual é o seu nome?
– William Vaaque, com dois ases. Porquê?
– Nada, só perguntando…
Art by Igor C. Barros using InkscapeDesinformou mais uma vez o Cover Repórter. Boa noite, e durma-se com um barulho desses…

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