Perfil: Boni Tyler, o Bonão

5 ago

Nome: José Boneyfácio Tyler Tio, Superintendente de Operações da Televisão Salt Cover dos Santos.
Idade: Está demitido!
Brincadeirinha! Quando você começou a trabalhar com televisão? Fui cabo-man da, se não me engano, câmera 3 que mostrou a invasão das tropas aliadas na Normandia, uma brilhante transmissão com narração do saudoso Calvin de Andrade!
Como você se tornou diretor? Pois é, passei pela operação de câmera e iluminação. Depois eu passei a ser operador de switcher, e dei uma sorte desgraçada, de ser selecionado para o Show do Tim, com Tim Maya, e ele próprio dirigia o programa. Aí, teve uma das muitas vezes em que ele não apareceu, e eu acabei assumindo a direção. Mas eu não me considero diretor, diretores há melhores do que eu.
Qual foi o primeiro programa de TV criado por você que foi pro ar? Muitos não sabem, mas foi o Trisney-Lândia. Valter Trisney Jr. detestava televisão, eu o convenci a migrar para essa mídia. Foi o primeiro programa de TV deles em todo o mundo e até hoje é considerado um dos melhores, por causa das fantasias dos personagens, feitas pelo Cordovil.
Uma história ferrada de curiosa, daquelas que ninguém sabe. O Aloprando, aquele programa que tem uma roleta e um painel, foi inspirado na minha bicicleta, quando eu troquei o pneu de trás. Vai dizer que não parece?…
É verdade que você que inventou alguns dos títulos de novelas? Sim! Está aí o grande sucesso das 19 horas (Em Brasília, 19 horas, tam tamm tananam tammm…) Um Porco a Mais. Todo o Brasil, exceto a colônia judaica, canta aquela música até hoje (“Que pra vocês/ Um porco a mais não faz mal…”)
Você tem projetos? Ix, vários. Se a Recorte não pular na frente, queremos fazer a primeira novela espacial, com extraterrestres e tudo o mais.
Mas já não tem alguma coisa assim, passando por aí? Não… Extraterrestres são mais legais, tem poderes esquisitos, não se pautam pelas leis da física, vai ser legal bagará. Outro projeto que eu estou tocando pessoalmente é uma novela protagonizada por músicos de verdade, que cantarão músicas de verdade e venderão discos de verdade!! E depois falam que aquele videogame Guitarreiro é a salvação da indústria pho(r)nográphica! Esperem e verão! E estamos negociando com o Mauríssel da Silva pra gente fazer a primeira novela onde todo mundo já conhece os personagens de cor, a novela Turma da Wônica, com Marjori Aqueleano como Wônica e Cérjo Rôndiacoff como Sebolinha! Essa vai ser um marco na história da TV!
Como a Salt Cover está se preparando para a TV de alta definição? Não há que ter pressa, rapaz. Já temos câmeras de alta definição: as TKs de 3 tubos Plumbicon! É só ligar elas direito, sem dB, com sinal componente YUV, e fica uma maravilha de definição…
Encerrando, um recado para os seus telespectouvintes. Viva a televisão brasileira! A televisão é a televisão, porquê… hã… porquê senão, ela seria um três-em-um! E lembre-se: desligue a televisão e vá ler um livro, mas se for Erre Póter ou Saulo Koelho, volte a ligar a televisão! Obrigated.
Obrigado pela entrevista. Danilo Hood, para o Qaiga Cien Qustar!

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