Televisão Salt Cover, o Blog

Grandes Susseços da Cover [Cover Memória]

NOVELAS

Novela das oito, da TV Salt CoverTíckete Tudo – Mancada federal, esquecemos um dos nossos maiores sucessos!!! Escrita pelo tchecoslovaco Gilberto Praga, retratou os questionamentos e as inquietações de uma época inesquecível da história deste país. Além de ter enchido os pacovás de quem queria ver o Fuxico Anísio Shou ou o TV Hirata, que só iam depois de 2 horas e meia de capítulo. Nem me lembro o que aconteceu, só sei que foi nessa novela que mataram a Ofélia Rottweiler…

Cop ModelCop Model – A trama estrelada e pochê por Gisele Bíndxem, em seu primeiro papel na TV, movimentou todo o Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela e Ilhas Fiji! Aqui, Gisele é Duda Lírou, ex-ajudante de palco de programa infantil que decide mudar de vida e realizar seu verdadeiro sonho, ser uma policial! Muitos confundem esta novela com a minissérie A Gusticeira, feita uns 10 anos depois…

Pájaros Heridos – Muitos criticaram a primeira novela dublada a ser exibida na Cover, em 1974. Mas nunca deixaram de a assistir até depois da “bolinha”*. Uma interpretação magistral de Richard Clêiderman, com participação especial de Toshiro Mifune e Zé Trindade, além de Wilton Gonsalves, claro (de cada 100 filmes lançados no mundo, Wilton está em 99,5 deles. Para poupar trabalho, nos geradores de caracteres da Cover, ao se pressionar Alt+F10, o aparelho escreve “Wilton Gonsalves”.)  Milhares de pessoas choraram e deram à Cover o zérimo lugar de audiência, com picos de 70ºC.

Logo da novela quando foi exibida nos Estados Unidos...A Escrava Rosaura - Uma história imortal, escrita por Cid Shêiqspír (e mais tarde, readaptada pela Trisney umas quinze vezes em desenhos e filmes, mas fica quieto). Uma novela que varreu o mundo, e graças à ela, Rosélia Santos (Rosaura) não consegue andar pelas ruas da China. E Rubens de Falcon (Zeca Urubu) não conseguiria ir na padaria da esquina tomar um pingado chinês. Até hoje. 46 anos depois. A novela foi vendida para 374 países, incluindo República Centro-Africana, Liectenstein, Sealand e Vaticano. E para o desespero dos fãs de legendagem, dublada para 875 idiomas, incluindo 48 linguas mortas e 17 línguas artificiais (a versão em Ido é primeiro lugar de audiência no Turcomenistão!).

A Próssima Fítima – Uma trama, ou uma Som Preso, de tirar o fôlego. Como diria Ritchie, a novela com suspense do início ao sim. Um monte de gente está morrendo. E há uma ligação entre essas pessoas que pode complicar ainda mais as coisas, aumentando ainda mais a conta telefônica da novela. Bem, pelo menos naquela época ainda era com a Telesp, na qual as ligações se completavam e tinham um precinho camarada. No final, se descobria que Mamma Brusqueta era interpretada por Dart Vêider.

Soda de Fogo – O industrial Atlas Villares (em brilhante interpretação de Marcísio Teira) tem sua vida transformada depois que descobre que sua vida estaria sendo parodiada em um programa de humor, o TV Hirata. O que lhe causa uma grande dor de cabeça. Grande, eu disse? Enorme, imensa, a ponto de fazer ele endoidar de vez e tentar afogar as mágoas  em drinques inimagináveis, daqueles que o barman tem que usar luvas. A novela foi um sucesso… para as indústrias de bebidas, que venderam como água, digo… Ah, e também para a indústria do cigarro, graças ao sucesso do personagem Habano (Osmar Joana Prado), que fumava feito uma chaminé e era um cara polêmico, porquê nunca saia  com sua namorada sem chamar pelo menos mais três caras para xavecá-la, enfim, um grande sucesso na tela da Cover.

Novela Rocky Santeiro, da Salt Cover
Rocky Santeiro – Novela escrita por Dias Goma. Um lutador de boxe vem para o Rock in Rio assistir o Qüím, vira segurança do evento, até que é pisoteado quando um alarme falso diz que Braian Mêi estaria em um banheiro químico, ao lado do percussionista Buçunda. A multidão de 750.000 pessoas atropela Rocky, que acaba canonizado, anos depois, devido a uma série de roqueiros que teriam alcançado graças através dele. Enfim, uma novela com tipos bem regionais, que cativaram o gosto do público brasileiro, e que teve média de 98 pontos de Ipobre e 132% de Datanexus (eu avisei que esse aparelho não tá funcionando direito!)

Milu - Novela das 6, da Salt Cover

Milu - A Cover inovou mais uma vez, e fez a primeira novela protagonizada por animais do mundo!! Milu é uma cadela sã-bernarda labrador terrier monumental colossal and astonishing hound de 1,50 de altura (quando de quatro) e 100 quilos que dorme em um galpão (interpretado por um dos antigos estúdios da TV Ecélsior) e é adotada pelos moradores de uma vila. Alguns não vão com a cara dela, por ela comer 200 quilos de carne toda semana, e por isso planejam exterminá-la, mesmo que ela seja uma lindeza, sabe-se lá como, mas é. No entanto, Milu é defendida por Bel (Louise Honey, na vida real também uma grande defensora dos Kikos Marinhos), uma orfã que mora em um orfeão (uma casa totalmente sustentada por crianças que não trabalham, inventada por Roberto Gomez Bolaños em sua obra “Chiquinha”) e considera Milu uma super-heroína quadrúpede, um rintintim em cores e que deixa pegadas de 12 cm. de largura (isto é muito importante, frisou o produtor Valter Clark Griswold). A novela foi um sucesso, mesmo com a protagonista sendo interpretada por 4 cães, sendo dois deles machos. Mas sacumé esse meio de televisão, ninguém percebeu………
A novela foi escrita por Walcyr Gimenez, e o nome da novela é derivado das filhas de Walcyr, Milene e Luciana. E para se inspirar para os roteiros sem abusar dos “atores”, Walcyr observava os pumas no zoológico.

Ah, cadê o maior sucesso de todos os tempos da última semana? Calma, estavamos deixando o melhor para o final…

Tapanakara - Novela de grande sucesso da TV Salt CoverTapa Nakara -

Ninguém acreditava que uma novela tão conservadora e tão sheiqspiriana iria fazer tanto sucesso, mas fez. Escrita por Vaudemiro Santiago e Cris Loira, a novela varreu a América do Sul de ponta a ponta, deixando estragos irreparáveis. Uma novela de época passada na época atual, Tapa Nakara revolucionou o linguajar, os costumes e as escolhas de toda uma geração. Mais do que a Pepsi. Um núcleo nipo-japonês foi retratado com tamanha fidelidade que a novela foi toda fansubada por fãs japoneses. O tema da novela passou a ser cantado por Akira Jageyama e até hoje é um hino que emociona os fãs em convenções de animè da vida real.
Gervásio
(Acauã Azambuja) é fã do anime Raimun Sama no Sensei o Dojo, exibido na TV Turfe, e se entusiasma ao saber que o dublador de seu personagem favorito, Álvaro Borges (Rogson Norberto), estará em um evento de fãs de animè feito no colégio onde ele estuda! Nesse local, ele conhece a cosplayer Elizângela (Bia Beatriz), que está como Kashiruda (personagem fundamental em Raimun, daquelas que o pessoal dá pause e câmera lenta quando aparece, além de capturar JPGs e GIFs.)

Os dois se apaixonam, sem saber que Álvaro é pai de Elizângela. Mas Gervásio é um rapaz à moda antiga, à fim de relacionamentos duradouros, intensos e definitivos! Do tipo “eu escolho você, Picatxú!”. Porém, Gervásio tem um pequeno choque ao descobrir que Álvaro é, no fundo, um homem ambicioso, que sonha em ter um estúdio de dublagem próprio… e conta, para isso, com a ajuda do dekassegui Kazuro (Lásaro Lorosa), integrante da máfia japonesa e laranja em uma distribuidora de filmes de fachada, cuja função é trazer séries completas em DVDs direto do Japão. Ou da Coréia do Norte. Sei lá, qualquer lugar que tenha um vídeocassete e um fã com 500 fitas do lado.

Gervásio entende que Álvaro vai mais com a cara de Kazuro do que a dele. E isso porquê Álvaro não sabe que um dos chefões da máfia (S.C. Nohara, em intrepretação magistral de Ciro Takeshini) está de olho em Elizângela Borges, para fazer dela uma concubina gaijin! Oh, e agora, quem nos poderá ajudar? Para discutir a situação, Gervásio abre um blog, um vlog, um flog e duas comunidades no Orcoot, além de se inscrever no nipo-judaico Fórum Renshim Digital. Ele resolve pensar como os próprios japoneses, que tomam decisões pessoais após consultar a galera, os mestres, os antepassados, as placas e os universitáriosaммм.

E será que ele se dará bem? Bem, quem se deu bem foi a Cover, que alcançou um sucesso inacreditível com esta novela. Com a novela na reta final há pelo menos seis meses, acabamos de lançar o papel higiênico Tapa Nakara, as figuras de ação, enfim, o caramba á quatro. A audiência é primeiro lugar absoluto. E nas emissoras rivais, programas como Falando Destrambelhadamente e Atualizadéééérrima, meu bem só falam sobre Tapa Nakara. Isso fora jornais como a Gaveta Mercantil e o Estragão. Tapa Nakara ainda está no ar, mas já é exibida em 7 países! Em Portugal, a novela se chama Tapanaface. A TV Tolteca e a Rai Trè estão nos azucrinando com propostas trilionárias para fazerem remakes dessa novela, mas mesmo com a gente não deixando mudar os nomes dos personagens e a trilha sonora, eles não desistem! Homessa!!
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* Bolinha – Gíria que representa o logotipo que aparece no final dos créditos (“Realização, Central Globo de Produção”), marcando o final dos programas da Globo. Parece ser uma gíria interna deles, só ouvi uma ou duas vezes, mas a adotei para a Cover.

PROGRAMAS

Eb – É impossível falar em televisão no Brasil sem se lembrar de Eb Camargo y Luciano. No ar desde o segundo dia da TV no país, Eb conquistou várias gerações com seu divertidíssimo talk show ao lado da Orquestra Capivara-Seu Crêisson. Sempre que tem alguém muito falado no Jornal da Cover e na imprensa em geral, pode ter certeza que já já estará no pufe da Eb. Foi assim com o Jorge W. Bush, na semana passada… Woacyr Frango Shol – Apresentado, claro, por Woacyr Frango, com seu talento para a música e para o humor. O programa voltou recentemente porquê precisava buscar o óculos que tinha esquecido, e foi um grande sucesso. Participações do inesquecível Donald Golias e outros atores do elenco de “Adiarista”.
Aló criançadinha, está começando o seu programa de prestação de serviços!
O Bõso na TV
– Não bastava ser apenas o melhor palhaço do mundo, ele também precisava ajudar as pessoas, e por isso, resolveu fazer este programa de prestação de serviços, muito criticado, mas ao mesmo tempo, muito assistido em seu tempo. Uma série de reportagens investigativas feitas por Salsi Fufu ganhou o premio Texaco de jornalismo. Vovó Mafalda, então, era o terror dos comerciantes, defendendo os consumidores. Bõso só perdia para o rei da prestação de serviços na TV: Jacinto Pena de Vocês, o Homem do Cadarço Branco, futuro integrante do programa infantil Ali, Acolá. Os programas habituais de Bõso também foram vistos na tela da Cover, sempre com grande sucesso. Bõso teve vários intérpretes, que o ajudavam a falar nossa língua. Pagão Trágico

Pagão Trágico – Um conceito revolucionário em se tratando de programas juvento-infantis. Um conjunto musical apresentaria um programa e viveria grandes aventuras e altos agitos. O conjunto já existia há alguns anos e havia sido montado por Édgar, o Pródutóóóóhrrr, e como não foi feito concurso público, isto mostraria que o grupo duraria mais de 20 anos. O programa fez um sucesso equivalente ao de Bítols, Érvis e Jichael Meckson juntos – que, incusive, se apresentaram como um septeto no programa para suas carreiras não sucumbirem. Paralelamente a eles, faziam sucesso também os coadjuvantes, como Phophão e Raleifante, que tentaram carreira como cantores sertanejos, mas como não cantavam aquelas baladas do George Benson, a dupla não deu certo. Ao contrário de Kascatinha, artista experiente, vindo da música sertaneja de raiz.

TV Hirata, programa da Salt Cover (eu acho)TV Hirata - Um dos melhores programas de humor da história da humanidade – tá, só perde pro Monte Fáiton. Criado pelo comediante e técnico em efeitos especiais Miroslav Hirata (o único brasileiro que sabia operar o computador Escanimate da Delfín Producciones), o programa satirizava a televisão e a sociedade como um todo, lançando estereótipos seguidos até hoje. Muitos dizem que foi o verdadeiro inspirador dos Nampsons!

Boa tarde, Brasillllll!
- Apresentado por Gilbarros Berto, que se orgulhava de ser primo de um dos chairmen da casa, o Boa Tarde Brasil é um programa adulto para toda a família, ao contrário de seu grande rival, Cocktel. Atrações variadas não faltam em Boa Tarde Brasillllll (que é escrito com seis Ls, porquê, segundo explicação de Gilbarros, era homenagem “a ocêis”, ao público, “aos seis” redatores do programa, e “a Ele”, que está lá em cima.)

Programa Carlos Espacial
Programa Carlos Espacial – E eis que os sábados nunca mais foram os mesmos! Ah, bons tempos aqueles… Humor, variedades, e música de primeiríssima categoria – afinal, com exceção dos computadores, telefones, refrigerantes e dinheiro, tudo era melhor naquela época! A nata dos artistas brasileiros (como Bárbara Estráisand, B.J. Tomás, Quêni Rogério, Barros Bianco e os Carpinteiros) vivia se apresentando no programa, o primeiro da Salt Cover gerado do Rio de Janeiro para todo o Brasil (não, não era do espaço, a direção da emissora vetou.) A sensação do programa, como se pode ver inclusive no IuTúbio, era o cantor Fábio Sênior, que antes mesmo de aparecer no palco, causou o desabamento do Cassino da Quitandinha. O próximo programa seria transmitido direto do Fort Knox, só pra garantir. A era Disco só seria melhor representada no programa de videoeclipses Disco Voador.

Bingo do Bacrinha
Bingo do Bacrinha – “Ouou, ieiêi! Começou o seu programa fora-da-lei!”, dizia Aderaldo Barbosa Lima Sobrinho, o Bacrinha, no comando do programa popular mais popular de todos os tempos! O Bingo do Bacrinha começou na Rádio Internacional, depois foi pra TV Tupã, TV Rio Melhor quem Rio por Último, pela TV Bandeiradois, e por último, na Salt Cover. Com apenas dois quadros fixos (a Sirene do Bacrinha e a Biblioteca do Bacrinha), o programa foi um dos sucessos mais duradouros da casa e lançou artistas conhecidos em todo o mundo, como Degas, Picasso, Van Gogh, o sertanejo Leonardo da Vinci e o precursor da axé music Salvador Dali.

Cover de Ouro
Cover de Ouro – Se toca por aí, toca na parada do Cover de Ouro! Sucessor direto do Bacrinha e do Programa Carlos Espacial. Muitos dos artistas que hoje estão aí, já foram um dia anônimos, repletos de mullets, cantando no Cover de Ouro. E se envergonham disso.

Dadá & the Crazy Commando
Dadá and the Crazy Command – “Alô você! Já tá lá! O psit, da potrona! Senta que já vai começar! Tô aqui! Eu quero ouvir! Vamo rí, olha aí! Dadá and the Crazy Commanddddd…” Qual terráqueo com mais de 50 anos já não cantarolou esta música de Luigi Lúcio de Freitas?… Pois é, e eles, que já foram do rádio, vieram para a Salt Cover desde que a Eb faz televisão. Dadá Muquifo (Renato Marzagão) é o tipo que conquistou o Brasil, retratando o brasileiro médio, que é norte-americano e não desiste nunca. Junto com Dodô Jabaquara (Manfredo de Sousa) e os soldados muito loucos do Crazy Command (Haroldo, Calvin, Maltese, Corto, Salaminho e Mortadelo), eles aprontam mil e umas em Khan el Calili Uôrlde, o segundo maior parque temático do Brasil, inaugurado pelo saudoso Khan el Calili, o cawboy argentino.

Trisney Crub
– Um programa infantil que mudou a cara de uma geração. Castanha, Giclê, Pirada e Riroca formam o COPIA – Comitê Ortodoxo dos Pouco Idosos Avançados, que luta pelo direito dos baixinhos, digo, dos ultrajovens, digo, dos Pouco Idosos em estágio avançado! E para difundir suas idéias, eles fazem transmissões clandestinas direto do estúdio F da Salt Cover, entremeadas por sensacionais desenhos animados, como Blonkers, Turma do Pat Eta, além, é claro, daqueles velhões do Zicky Zira feitos pelo próprio Valter Trisney quando ele ainda trabalhava sozinho.

Salbo
Salbo, o Bombeiro – Embora seja um programa infantil da Salt Cover, ele possui o feito inédito de ser o único programa infantil da América Latina e Ásia apresentado por um personagem tão popular quanto os dos desenhos exibidos dentro do mesmo. Salbo foi criado pelo co-fundador da emissora e cartunista fracassado (segundo o pessoal do PiG), Cristián Cover, logo após um incêndio nos estúdios da emissora, quando estes eram no centro de São Paulo. Um pastor alemão usado por uma equipe de perícia chamou a atenção de Cristián e lhe deu a idéia de criar um herói – não um “super” herói, mas um quase real (é, quase porquê, eles não falam, não andam desse jeito e não têm olhos verdes). Apesar de Cristián não conhecer quem era Rin Tin Tim Rescala, seriado que chegaria 10 anos depois ao Brasil por uma emissora concorrente, Salbo fez tanto sucesso que foi efetivado como mascote da emissora, portanto Salt Cover é a única emissora brasileira que tem isso em pleno século XXI. O personagem foi interpretado por Rassiano Cicardo, Martelo Gastárdi e, atualmente, por Ruiz Licardo, e a roupa que os atores vestem, que pesa 12 quilos, pode ser considerada uma das mais bem feitas do mundo, graças ao talento de Cristián Cover, Lourival Pessimi (do Pagão Trágico) e Braian Rênço. Salbo contracena com crianças o tempo inteiro, e se elas não visitarem seu camarim, vão pensar que ele existe pelo resto de suas vidas.

DESENHOS E ANIMADOS

Acredite, a Salt Cover é um dos canais de TV aberta que mais exibe desenhos animados em todo o mundo, e em horários onde nem mesmo o Khartoum Netuerque faz isso! Confira os maiores sucessos, produzidos em todos os três ou quatro cantos do planeta, já exibidos na tela da Cover.

Zicky e Aisha Zicky Zira e os Figurantes Atômicos – Começa com Z, mas é a o primeiro desenho animado que vem à mente de todos os brasileiros. É considerado o melhor desenho animado da década de 80 de todos os tempos! O mega-famoso rato de quatro orelhas criado por Valter Trisney tenta viver uma vida normal em um bairro tranquilo da cidade de Boston, ao lado de Stacy, uma líder de torcida, e de Aïsha, uma simpáticíssima jornalista que rouba a cena geral. A Salt Cover exibe a série desde 1987, e desde 2001 foi para o horário atual, onde recuperou a audiência depois do Jornal da Cover, onde suas 5 temporadas são impiedosamente reprisadas. A série tem alguns dos itens de merchandáising mais bem sucedidos do mundo, Aïsha é a terceira boneca mais vendida de todos os tempos, mesmo sendo baixinha e ruiva. E Zicky fez muitos meninos usarem tiara para terem suas famosas quatro orelhas.

Pickapall - Começou como Pick-a-Paul em 1894, e tornou-se o personagem que conhecemos em 1902. Um pássaro de bico afiado, voz e humor idem. Mestre em artes marciais, Pickapall é considerado um dos inspiradores da familia Grêice, além de ter despertado a paixão pelo boxe em Máique Táisom. É uma espécie de Popái que usa mais os outros membros do corpo…  Foi exibido pela Cover entre 1978 e 2003, quando trocou de emissora. E nem liga, o desgraçado…

Sorriso de Plástico – Os produtores desta série canadense são gratos à Salt Cover, apenas no Brasil, graças a nós, esta série chegou a fazer algum sucesso. Sheron Estoner (dublada no Brasil pela atriz e modelo London Sheraton) é uma adolescente que deveria ser a mais popular do colégio, mesmo porquê era editora-chefe do Diário Popular, mas depois que passa a usar um aparelho de som no ombro (sabe aqueles dos anos 80, época em que fizeram isso aí), sua popularidade cai à níveis de Jorge W. Bush, mesmo ela sendo linda e simpática pra dedéu. Foi exibida pela Cover entre 2002 e 2004, no phracassado programa TV Salt Covinho, sucessor do Trisney Crub.

Pob Espanja – Como o nome diz, um cantor de reggae que mora no departamento ultramarino da Chave de Fenda do Monoquíni. Pob é portador de transtorno obsessivo-compulsivo, o que o faz ser compositor de canções que são verdadeiros sucessos, e o que o faz também detestar biografias, e apesar disso procura levar uma vida [a]normal. Seu melhor amigo é o megalomaníaco Pat Starr, que se considera um astro internacional (tá, só se for no armário dele), além de uma coadjuvante que rouba a cena, a esquila Júnior.  Estreou na Salt Cover em 2002, em horário próprio, e saiu do ar em 2007 devido a pressão do público, que voltou-se totalmente contra a série depois que ela foi retirada de uns saites que tem por aí, como o MaiSpêice e o Flíquer.  A série conseguiu fazer os Nampsons (veja mais adiante) deixarem de ser o desenho animado mais polêmico de todos os tempos. Para tanto, a Trisney já prepara para o ano que vem a série The Kajuru Adventures, e a Wardner prepara As Novas Aventuras de Diogito Mainarde, para superar também o título de série mais odiada de todos os tempos.

Lonely Tunes – Desculpem o chavão bíblico, mas quem nunca ouviu falar em Lengalenga, Catsolino, Fanhão, Tas, Cardealéguas, Hyeno, Laura Hare e vários outros, que negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-lhe.  Também conhecidos como “os desenhos da Wardner”, os Lonely Tunes começaram chocando a sociedade dos anos 30, e hoje em dia mais divertem do que qualquer outra coisa. Criados originalmente por Châck Norris e Tex Mex Avery, foram totalmente renovados nos anos 90 pelo animador Herbie Bearclay, que colocou vestuário, trilha sonora e vestimentas hipermodernas nos personagens, o que fez eles serem queridos como nunca por toda uma geração e os filhos de seus filhos. São exibidos desde o início de nossas transmissões, ainda nos meses em preto e branco, e fazem parte até hoje de nossa programação, tapando buracos em todos os horários.  Reza a lenda que este é o único programa que a Salt Cover inteira pára pra assistir! (o Zicky Zira é ótimo, mas tem muitas reprises…)

Tim & Tom – Criado pelo cartunista francês Jean-Pierre Van Dallis, a série revolucionou o mundo. Mais do que o Zicky Zira?! Mais, acreditem. Baseado no conceito oriental do yin-yang, que são apenas duas cores ocupando praticamente o mesmo espaço, Jean-Pierre criou um gato e um rato que são totalmente nas cores azul, amarelo e branco. E assim como o símbolo, os dois são grandes amigos, que literalmente se completam. E realmente eles eram, ah eles eram um casal, ah um casal sensacional. A série é exibida em 80 países e é uma das campeãs de audiência em emissoras educativas, devido a uma característica única deste desenho: a ausência total de violência. O gato (Tim), apenas repreende o rato (Tom), apontando seus erros com candura e serenidade, olhando em seus olhos. Embora hajam ainda mais 780 personagens, a maioria das histórias gravita em torno da dupla. Nos EUA, o esquema desta série, que mostra uma imensa cidade repleta de personagens com identidades próprias, inspirou Prendull Strowing a reformular sua própria série, que veremos já já.

The Nampsons – Criada em 1987 por Prendull Strowing, mostrava as aventuras de dois cães puxadores de trenó, Rainyday e Snowball, que se divertiam em uma paisagem gélida. A série, com o passar do tempo foi sofrendo ligeiras alterações, até chegar em 1989 ao formato que conhecemos hoje: o casal Stranger e Maria e seus filhos Asil, Benny e Peggy moram no terraço de um prédio em Sally Fields e tem Rainyday como massacote, digo… sendo a partir de então, uma severa crítica à sociedade latino-americana. Ao contrário das demais emissoras ao redor do mundo, a Salt Cover exibe todos os episódios de todas as fases da série, desde 1990, em diversos dias e horários. Uma curiosidade é que a série faz diversas referências ao desenho Tim & Tom, do qual Prendull Strowing é fã assumido. Em breve, muito mais-ou-menos!

As estatísticas da WordPress mostram que esta é uma das seções mais visitadas deste blog, por isso estamos reformando e ampliando esta seção, afinal, vocês merecem!!

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